E eis que volta ao palco João dos Santos Filho, o João Louco, o mais pirotécnico do batalhão de advogados do (por enquanto) prefeito de Londrina, Homero Barbosa Neto.
Desta vez, para atropelar o Regimento Interno da Câmara e exigir a elevação de três para cinco o número de membros de uma Comissão Especial de Investigação (a Câmara está decidindo a abertura de uma nova comissão, a quarta desta legislatura, envolvendo desvios e irregularidades na área de Educação).
A justificativa do advogado: “O jogo político não pode ser prostituído”.
Data venia, ilustre causídico, mas a prostituição é a essência do jogo político..
O que não pode ser prostituído é o Poder Legislativo em benefício da sobrevivência política de um chefe de Executivo que navega nas águas turvas da corrupção.
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