sexta-feira, 3 de julho de 2009
Será que agora a casa vai cair?
E eis que, depois de tudo e sendo que já não faltava nada, surge uma casa, no valor de R$ 4 milhões, não declarada por José Sarney ao Fisco.
É claro, foi um descuido do contador, que será imediatamente sanado...
Será que agora a casa vai cair?
É claro, foi um descuido do contador, que será imediatamente sanado...
Será que agora a casa vai cair?
Obrigado, PT
Obrigado PT, por manter a coerência que tem marcado seu procedimento desde que chegou ao poder e apoiar a permanência de José Sarney no comando do Senado - sem você, PT, o que seria do patriarca?
FAB diz que avisou controle de Dacar
Da Agência Brasil:
A Força Aérea Brasileira (FAB) negou que não tenha avisado o controle aéreo de Dacar, no Senegal, sobre a saída do voo 447 da Air France do espaço aéreo brasileiro. A informação havia sido divulgada ontem (2) pelo Escritório de Investigações e Análises (BEA, na sigla em francês) da França.
Por meio de nota, a Aeronáutica esclareceu que às 22h33 de 30 de maio a tripulação do Airbus A330 que caiu no Oceano Atlântico fez o último contato, via rádio, com o órgão de controle de tráfego aéreo brasileiro, informando a hora estimada em que sobrevoaria as próximas posições previstas na rota.
“Imediatamente, o órgão de controle brasileiro informou ao Centro de Controle de Dacar que o AF 447 estaria na posição virtual Tasil às 23h20, haja vista que, a partir dessa posição, caberia a Dacar o controle sobre a movimentação dessa aeronave rumo à França”, afirma o comunicado, acrescentando que o Centro de Controle de Dacar chegou a confirmar o recebimento da informação.
A FAB destacou ainda que um acordo operacional entre Brasil e Senegal prevê que, se uma aeronave entra no espaço aéreo de Dacar no horário previsto ou até três minutos depois, não é necessário fazer a comunicação para formalizar a transferência.
“Por se tratar de uma região onde o controle de tráfego aéreo é realizado essencialmente por comunicação, caberia ao Centro de Controle de Dacar conferir o ingresso da aeronave no seu espaço aéreo, às 23h20, e alertar sobre eventuais problemas como, por exemplo, a impossibilidade de contato rádio com o AFR 447”, concluiu a nota.
A Força Aérea Brasileira (FAB) negou que não tenha avisado o controle aéreo de Dacar, no Senegal, sobre a saída do voo 447 da Air France do espaço aéreo brasileiro. A informação havia sido divulgada ontem (2) pelo Escritório de Investigações e Análises (BEA, na sigla em francês) da França.
Por meio de nota, a Aeronáutica esclareceu que às 22h33 de 30 de maio a tripulação do Airbus A330 que caiu no Oceano Atlântico fez o último contato, via rádio, com o órgão de controle de tráfego aéreo brasileiro, informando a hora estimada em que sobrevoaria as próximas posições previstas na rota.
“Imediatamente, o órgão de controle brasileiro informou ao Centro de Controle de Dacar que o AF 447 estaria na posição virtual Tasil às 23h20, haja vista que, a partir dessa posição, caberia a Dacar o controle sobre a movimentação dessa aeronave rumo à França”, afirma o comunicado, acrescentando que o Centro de Controle de Dacar chegou a confirmar o recebimento da informação.
A FAB destacou ainda que um acordo operacional entre Brasil e Senegal prevê que, se uma aeronave entra no espaço aéreo de Dacar no horário previsto ou até três minutos depois, não é necessário fazer a comunicação para formalizar a transferência.
“Por se tratar de uma região onde o controle de tráfego aéreo é realizado essencialmente por comunicação, caberia ao Centro de Controle de Dacar conferir o ingresso da aeronave no seu espaço aéreo, às 23h20, e alertar sobre eventuais problemas como, por exemplo, a impossibilidade de contato rádio com o AFR 447”, concluiu a nota.
Ucayali se liga ao Juruá só após a queda de barreiras

MONTEZUMA CRUZ
Da Agência Amazônia
(íntegra em http://www.agenciaamazonia.com.br/index.php?view=article&id=309%3Aucayali-se-liga-ao-jurua-so-apos-a-queda-de-barreiras&option=com_content&Itemid=316)
PUCALLPA, Amazônia Peruana – Na terra e no ar, a festejada integração Juruá-Ucayali depende unicamente de acordos regionais com respaldo de Lima e Brasília. Nos próximos 60 dias, políticos e empresários do Estado do Acre e do Departamento (Estado) de Ucayali querem que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) brasileira recupere a condição internacional do Aeroporto de Cruzeiro do Sul. "Se as cargas são importantes, o turismo é mais ainda", resumiu o secretário de esportes, turismo e lazer do Acre, Cassiano Marques de Oliveira.
Um grupo de trabalho está encarregado de eliminar gargalos nos vôos de passageiros e de cargas, mas isso depende diretamente da alteração de leis no Congresso Nacional. O diretor geral de Aviação do Peru, Fernando Monly Hada, lembrou que há dez anos delegações aeronáuticas haviam cobrado essa decisão, no entanto, persistem as dificuldades.
Se já funciona uma linha de ônibus-leito entre Rio Branco-Assis Brasil-Iñapari-Puerto Maldonado (capital do Departamento de Madre de Dios), as taxas de embarque preocupam: Cruzeiro (73,9 mil habitantes) cobra R$ 25 de quem viaja para Pucallpa, enquanto nesta cidade, o passageiro com destino ao Acre pagará 12 dólares. Mais: o real não é aceito no câmbio regional, onde circulam apenas novos soles (moeda peruana) e dólar norte-americano.
Na semana passada, o assunto dominante em Pucallpa (310 mil habitantes) foi a união comercial entre as regiões fronteiriças, buscada sucessivas vezes desde o início do século passado. De 23 a 25, uma delegação acreana participou do Encontro pela abertura da fronteira comercial de Ucayali com o Vale do Juruá, a partir de Cruzeiro do Sul, a 220 quilômetros daqui. O vôo entre as duas regiões demora apenas 25 minutos.
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