quarta-feira, 1 de julho de 2009

A vergonha do Joãozinho

A professora pergunta na sala de aula:
- Pedrinho qual a profissão de seu pai?
- Advogado, professora.
- E a do seu pai, Marianinha?
- Engenheiro.
- E o seu,
Aninha?
- Ele é médico
-E o seu pai, Joãozinho, o que faz?
-Ele... Ele é dançarino numa boate gay!
- Como assim? (pergunta a professora, surpresa)
- Fessora, ele dança na boate vestido de mulher, com uma tanguinha minúscula de
lantejoulas, os homens passam a mão nele e poem dinheiro no elástico da tanguinha e depois saem
para fazer programa com ele.
A professora rapidamente dispensou toda a classe, menos Joãozinho *
Ela caminha até o garoto e novamente pergunta:
- Menino, o seu pai realmente faz isso?
- Não, fessora. Agora que a sala ta vazia, eu posso falar!
Ele é Deputado Federal...... Mas dá uma vergonha falar isso na frente dos outros!!!

(Piada enviada por Camilo Musetti)

Aplauso para a Justiça Federal

O técnico previdenciário do INSS de Campo Mourão Euzébio Eliasdos Santos foi afastado do cargo pela Justiça Federal. Santos foidenunciado pelo Ministério Público Federal por práticas de fraude naconcessão de benefícios de aposentadoria. Seus bens também forambloqueados pela Justiça, para ressarcimento dos cofres públicos. Além deSantos, os bens de outras duas pessoas foram bloqueados.

Muito bom. Aplauso para Justiça Federal. Se o princípio valesse para o Congresso, quantos deputados e senadores teriam de ser afastados do cargo por prática similar ou ainda pior?

A solidão do patriarca

A solidão de José Sarney, o patriarca do Maranhão, pródigo em acolher sua família bem-posta em cargos e cabides financiados com dinheiro público, aumentou com o pedido de seu afastamento feito pelo DEM, PSDB e PDT.

Ele ainda não está só, porque quem de fato manda neste país, o PMDB e o PT do presidente Lula da Silva, mas só conseguirá ficar no cargo se os que pedem publicamente sua saída aceitarem negociar às escondidas com ele.

Lula se manterá ao lado deste "homem incomum" até o fim porque se Sarney sair quem assumirá o Senado será Marconi Perrillo, do PSDB. Um tucano no comando do Senado? Que caia a Casa do Senado para preservar o Palácio do Planalto!

A derrota do casal Kirchner

Editorial de hoje do "Estadão":

Foi a soberba, em última análise, a causa de fundo da fragorosa derrota sofrida pela presidente argentina, Cristina Fernández de Kirchner, e o seu marido Néstor, que a antecedeu na Casa Rosada, nas eleições legislativas para o preenchimento de metade das cadeiras da Câmara dos Deputados e de 1/3 do Senado. Começando pelo fim, a soberba - sob a forma de crença na própria popularidade que contrariava todas as evidências - levou o ex-presidente a encabeçar a chapa governista para a Câmara na Província de Buenos Aires, o maior distrito eleitoral do país. Com isso, ele transformou o que poderia ser apenas uma disputa rotineira numa consulta plebiscitária sobre a era Kirchner e numa prévia da sucessão presidencial de 2011.

A presidente fez o primeiro movimento nesse sentido quando decidiu antecipar em quatro meses o pleito marcado para outubro. (O calendário eleitoral argentino parece flutuar de acordo com a conjuntura.) Guiada pela soberba, Cristina subestimou a fadiga real e presente da maioria dos concidadãos com o seu governo, imaginando que o gambito não só privaria as oposições do tempo necessário para se organizar, como ainda a pouparia de um encontro com o eleitorado em meio a uma recessão já aprofundada. Deu no que deu. Uma Argentina cética e desiludida, antes inquieta com a gripe suína do que com um Parlamento a se instalar só em dezembro e deliberar só a partir de março de 2010, respondeu com a menor taxa de comparecimento às urnas desde 2001, da ordem de 60%.

Mas os votantes que não se abstiveram deixaram claro por que: deram às oposições 7 em cada 10 votos validados. Cristina tentou tapar o sol com peneira, com o risível argumento de que a sua coligação Frente pela Vitória recebeu 31% dos sufrágios, ante os 29% obtidos pelo bloco oposicionista Acordo Cívico e Social, o segundo mais votado. A verdade crua, porém, é que pela primeira vez a facção peronista no poder deixou de ter maioria no Legislativo. Na Câmara, 16 cadeiras mudaram de lado, dando às oposições e aos chamados "neutros" um total de 151 lugares, ante 99 da aliança comandada pelo Partido Justicialista. No Senado, as 2 perdas governistas e os 14 ganhos dos partidos de oposição e dos neutros resultaram em um empate na casa de 36.

Os Kirchners foram batidos na capital, na província portenha (onde a lista do ex-presidente não conquistou nem sequer 1/3 dos votos), em Córdoba, Santa Fé, Mendoza e ainda em Santa Cruz, feudo político da família desde 1991. Doze anos depois, quando Néstor se elegeu na esteira do colapso econômico, moral e político sofrido pelo país na virada do século, achou que poderia impunemente fazer da pior maneira o que a situação impunha - e reestruturou a dívida nacional sem deixar ao menos uma fresta aberta para uma nova renegociação mais adiante. O maior calote soberano da história foi também a primeira marca da truculência que os argentinos se acostumariam a associar ao estilo Kirchner. No início, a sorte esteve de seu lado: o país se estabilizou e as suas exportações para um mundo aquecido garantiram seis anos de robusto crescimento econômico (acima de 8% em média).

Em 2007, elegeu Cristina sua sucessora com 45% dos votos e assumiu para todos os efeitos a gestão econômica do novo governo. Com a soberba correndo solta, tudo lhes parecia permissível: o autoritarismo, a gastança sem lastro, os subsídios populistas, a promoção do capitalismo de compadrio, a aposta cega nos petrodólares de Hugo Chávez, a corrupção florescente, a hostilidade à imprensa, a manipulação deslavada dos indicadores econômicos nacionais, acobertando a inflação e o desemprego em alta e o produto em baixa - e o monumental equívoco de elevar a níveis extorsivos os impostos sobre a atividade rural. Supondo lidar ainda com os arcaicos e desprezados dueños de las vacas, Cristina foi atropelada pela mobilização de um setor moderno e apoiado pelas classes médias urbanas. Perdeu a queda de braço e mergulhou em queda livre.

Ao despencar, fraturou o peronismo, deixando o Partido Justicialista numa crise endógena que a mera renúncia de Néstor Kirchner à sua presidência nem de longe aplacará. A correlação interna de forças resultante da eleição de domingo possivelmente prenunciará o ocaso do kirchnerismo, obrigando a presidente se arrastar até o fim do mandato - se é que não seja abreviado.

O cúmulo da afronta



Cremar o corpo do Michael Jackson, como cogitam alguns membros de seu clã, é o cúmulo da afronta a quem sofreu tanto, gastou tanto para deixar de ser negro e tornar-se branco e, quando estava quase conseguindo, morre e é torrado!

Não à cremação do Michael Jackson!