O mínimo que se pode esperar de Sarney, após seguidas revelações de que atos secretos ou outras maracutais beneficiaram sua família, da filha aos netos, de parentes do genro etc, é que ele se licencie da presidência do Senado.
Agora ou nunca!
quinta-feira, 25 de junho de 2009
O roto falando do esfarrapado
Da assessoria do deputado:
O deputado Federal André Vargas (PT/PR) cobrou "uma apuração rigorosa das suspeitas de caixa dois na campanha que reelegeu Beto Richa (PSDB) para a Prefeitura de Curitiba. "Ele comprou vereadores para que esses não fossem candidatos", denunciou o deputado, em notícia divulgada pela sua assessoria de imprensa.
Vargas lembrou ainda do rigor do PSDB, ao exigir uma investigação sobre a denúncia de caixa dois na campanha eleitoral de Nedson Micheleti em 2004. "Quando os ataques eram contra o PT de Londrina, o deputado chamado ético Gustavo Fruet correu junto com a bancada do PSDB para convocar a denunciante para uma CPI aqui em Brasília, isso mostra a falta de caráter da luta política. Agora eu cobro a mesma coisa do PSDB", disse Vargas.
O deputado petista ainda ressaltou que "em Londrina era uma única pessoa fazendo a denúncia, enquanto que no caso de Curitiba, existe uma filmagem do suposto crime."
O deputado Federal André Vargas (PT/PR) cobrou "uma apuração rigorosa das suspeitas de caixa dois na campanha que reelegeu Beto Richa (PSDB) para a Prefeitura de Curitiba. "Ele comprou vereadores para que esses não fossem candidatos", denunciou o deputado, em notícia divulgada pela sua assessoria de imprensa.
Vargas lembrou ainda do rigor do PSDB, ao exigir uma investigação sobre a denúncia de caixa dois na campanha eleitoral de Nedson Micheleti em 2004. "Quando os ataques eram contra o PT de Londrina, o deputado chamado ético Gustavo Fruet correu junto com a bancada do PSDB para convocar a denunciante para uma CPI aqui em Brasília, isso mostra a falta de caráter da luta política. Agora eu cobro a mesma coisa do PSDB", disse Vargas.
O deputado petista ainda ressaltou que "em Londrina era uma única pessoa fazendo a denúncia, enquanto que no caso de Curitiba, existe uma filmagem do suposto crime."
Richa, o favorito, enfrenta a tempestade
O prefeito de Curitiba e favorito ao governo do Paraná, Beto Richa, está no meio de uma tempestade: sua campanha é acusada de ter recorrido ao "caixa 2" para tirar de combate uns candidatos-chinfrim de um partido-chinfrin, o PRTB, e assim engrossar o seu bloco de apoio na Câmara.
O prefeito, é claro, vai morrer jurando inocência. O que há, por enquanto, de concreto é a gravação levada ao ar no "Fantástico" de domingo. As cenas são claras - e as imagens valem por mil palavras, embora palavras há em abundância. E fica claro que o personagem que aparece distribuindo dinheiro é o mesmo que acionou a filmadora - muy amigo, esse cara.
O mundo inteiro está entrando na investigação: Ministério Público Federal, Ministério Público Eleitoral, Polícia Federal. Mais um pouco e chamam os capacetes azuis da ONU.
Richa nomeou um tal "gabinete de crise", que todas as evidências indicam está agravando no lugar de apaziguar a crise.
O prefeito errou: tem de chamar - e com urgência - o pessoal do PT, especialista em sumir com pistas de dinheiro "não contabilizado" e em emperrar na Justiça processos abertos para investigar denúncias de "caixa 2" (alguém se lembra que a reeleição de Nedson Micheleti - requiescat in pace - em Londrina foi marcada pela denúncia de caixa 2; e indícios havia de sobra? alguém se lembra que o processo foi para a polícia federal? alguém se lembra do que aconteceu? Se não se lembra, saberá agora: nada, não aconteceu nada!).
Ironias à parte, beleza só não faz fartura: se Richa não se safar, e logo, do temporal, ao invés de se molhar, vai se tostar inteiro.
O prefeito, é claro, vai morrer jurando inocência. O que há, por enquanto, de concreto é a gravação levada ao ar no "Fantástico" de domingo. As cenas são claras - e as imagens valem por mil palavras, embora palavras há em abundância. E fica claro que o personagem que aparece distribuindo dinheiro é o mesmo que acionou a filmadora - muy amigo, esse cara.
O mundo inteiro está entrando na investigação: Ministério Público Federal, Ministério Público Eleitoral, Polícia Federal. Mais um pouco e chamam os capacetes azuis da ONU.
Richa nomeou um tal "gabinete de crise", que todas as evidências indicam está agravando no lugar de apaziguar a crise.
O prefeito errou: tem de chamar - e com urgência - o pessoal do PT, especialista em sumir com pistas de dinheiro "não contabilizado" e em emperrar na Justiça processos abertos para investigar denúncias de "caixa 2" (alguém se lembra que a reeleição de Nedson Micheleti - requiescat in pace - em Londrina foi marcada pela denúncia de caixa 2; e indícios havia de sobra? alguém se lembra que o processo foi para a polícia federal? alguém se lembra do que aconteceu? Se não se lembra, saberá agora: nada, não aconteceu nada!).
Ironias à parte, beleza só não faz fartura: se Richa não se safar, e logo, do temporal, ao invés de se molhar, vai se tostar inteiro.
A Agência Estadual de Notícias errou

A Agência Estadual de Notícias cumpre com profissionalismo o seu papel, que é divulgar as ações do governo do Paraná e seus integrantes - com destaque para o governador, é claro. E as fotos correspondem à sua missão: aqueles fotos sem graça, de reunião daqui, de secretários e governador dali.
Mas hoje a agência errou: publicou essa linda foto. Parabéns. Que continuem errando, guris!
O terceiro tropeço de Barbosa Neto
Barbosa Neto não tem sido feliz em sua estreia no comando da Prefeitura de Londrina.
No dia de sua diplomação, declarou que as tarifas de ônibus, cujo reajuste, autorizado no apagar das luzes da administração petista (requiescat in pace) tinha sido suspenso pela justiça, teria de ser concedido para preservar a saúde financeira da empresa. Logo ele, que se elegeu com avassaladora votação popular! Por isso, levou um pito do seu padrinho eleitoral e responsável por sua eleição, o ex-prefeito Antonio Belinati
No dia seguinte à posse, viajou a Curitiba para o beija-mão do governador Requião, e anunciou que pediria o apoio dele para a instalação em Londrina de uma montadora de veículos coreana interessada no mercado brasileiro. Levou um pito de Requião, e o assunto foi sepultado.
E, pouco antes de embarcar para a Europa – mal completou um mês de governo e foi para o exterior! -, defendeu a mudança do Teatro Municipal para o Horto Florestal. Disse mais: disse (depois de ter sido pressionado) que a proposta era dele, e que ela havia sido recebida com entusiasmo pelo pessoal do Estado, responsável pela Horto Florestal – ainda um projeto, nada mais do que isso, assim como o teatro.
E a tal “comunidade cultural” de Londrina, a mesma que avalizou o maior embuste territorial de Londrina, que foi a declaração de utilidade pública de um terreno adquirido pela Wal-Mart, do qual a prefeitura pretendeu se assenhorar a pretexto de ali construir o Teatro Municipal, calou-se. Covardemente, calou-se.
Por falta de recursos, a prefeitura desistiu desse terreno graças à mão salvadora estendida por um grupo de empresários, que, cumprindo o que determina a lei, destinou ao teatro um terreno contíguo a um grande empreendimento na zona oeste. Empreendimento que, embora no início,está indo de terra em popa (por enquanto, só há movimentação de terra, grande movimentação de terra).
A “comunidade cultural” calou-se, mas a covardia não foi compartilhada por muitos. O primeiro a levantar a bandeira da inconformidade para dar um pito no prefeito foi o empresário Atsushi Yoshi, dono de uma grande construtora, que pôs o dedo na ferida, dizendo mais ou menos o seguinte: quem é esse tal de Barbosa para impor sua vontade à de toda uma comunidade que, afinal, havia fechado questão em torno do novo local destinado ao teatro? Quem é ele?
Barbosa Neto pisou no tomate. Há tempo para esquivar-se do tombo. E só um caminho: voltar atrás, pedir desculpas e dar prosseguimento à execução dos projetos que estão sendo realizados para a construção do teatro.
No dia de sua diplomação, declarou que as tarifas de ônibus, cujo reajuste, autorizado no apagar das luzes da administração petista (requiescat in pace) tinha sido suspenso pela justiça, teria de ser concedido para preservar a saúde financeira da empresa. Logo ele, que se elegeu com avassaladora votação popular! Por isso, levou um pito do seu padrinho eleitoral e responsável por sua eleição, o ex-prefeito Antonio Belinati
No dia seguinte à posse, viajou a Curitiba para o beija-mão do governador Requião, e anunciou que pediria o apoio dele para a instalação em Londrina de uma montadora de veículos coreana interessada no mercado brasileiro. Levou um pito de Requião, e o assunto foi sepultado.
E, pouco antes de embarcar para a Europa – mal completou um mês de governo e foi para o exterior! -, defendeu a mudança do Teatro Municipal para o Horto Florestal. Disse mais: disse (depois de ter sido pressionado) que a proposta era dele, e que ela havia sido recebida com entusiasmo pelo pessoal do Estado, responsável pela Horto Florestal – ainda um projeto, nada mais do que isso, assim como o teatro.
E a tal “comunidade cultural” de Londrina, a mesma que avalizou o maior embuste territorial de Londrina, que foi a declaração de utilidade pública de um terreno adquirido pela Wal-Mart, do qual a prefeitura pretendeu se assenhorar a pretexto de ali construir o Teatro Municipal, calou-se. Covardemente, calou-se.
Por falta de recursos, a prefeitura desistiu desse terreno graças à mão salvadora estendida por um grupo de empresários, que, cumprindo o que determina a lei, destinou ao teatro um terreno contíguo a um grande empreendimento na zona oeste. Empreendimento que, embora no início,está indo de terra em popa (por enquanto, só há movimentação de terra, grande movimentação de terra).
A “comunidade cultural” calou-se, mas a covardia não foi compartilhada por muitos. O primeiro a levantar a bandeira da inconformidade para dar um pito no prefeito foi o empresário Atsushi Yoshi, dono de uma grande construtora, que pôs o dedo na ferida, dizendo mais ou menos o seguinte: quem é esse tal de Barbosa para impor sua vontade à de toda uma comunidade que, afinal, havia fechado questão em torno do novo local destinado ao teatro? Quem é ele?
Barbosa Neto pisou no tomate. Há tempo para esquivar-se do tombo. E só um caminho: voltar atrás, pedir desculpas e dar prosseguimento à execução dos projetos que estão sendo realizados para a construção do teatro.
Assinar:
Postagens (Atom)